É preciso ser livre para viver
A política de tratamento aos usuários de álcool e drogas em Goiânia tem mostrado que para haver mudança é necessário libertar e amar.
Ele gosta de música, toca violão, faz repentes e letras de rap. Mas quanto à preferência, não hesita: “gosto mais é de poesia.” Trazido de sua terra natal há mais de dez anos, ele diz que prefere mesmo é Goiânia e nem pensa em voltar para o Rio de Janeiro. Renato* trabalha como ambulante nos ônibus. Se ocupa com as vendas durante todo o dia, mas quando chega a noite um vício o atormenta. Seu nome: crack.









